O início da Igreja no Brasil está registrado no livro histórico e no registro dos ramos da Missão Sul-Americana, criada em Buenos Aires em 1925. É desses dois livros que retiro a maior parte das informações que apresento aqui.1
Nesse ano, a Primeira Presidência criou a Missão Sul-Americana, e designou o Élder Melvin J. Ballard para servir como primeiro Presidente dessa Missão, com sede em Buenos Aires, onde residiam algumas famílias que haviam se convertido na Alemanha.
O Élder Ballard veio à América do Sul com duas outras Autoridades Gerais, o Élder Ray L Pratt (Presidente da Missão Mexicana e fluente em espanhol) e o Élder Rulon S. Wels (fluente em alemão). Como bom missionário que sempre foi, o Élder Ballard batizou e confirmou algumas pessoas, distribuiu folhetos nas ruas de Buenos Aires, ensinou as pessoas em suas casas. Ele também dedicou o continente Sul-Americano à pregação do evangelho no dia 25 de dezembro de 1925.
Ele ficou por mais alguns meses, até a Primeira Presidência enviar um novo Presidente para a Missão Sul-Americana, Karl Bruno Reinhold Stöof, alemão que migrou para os Estados Unidos quando se converteu ao evangelho.
O Presidente Stöof veio ao Brasil acompanhado pelo Élder Stoddard. Eles chegaram no dia 18 de dezembro de 1927, no porto de Santos. Seu objetivo era analisar as possibilidades para estabelecer o trabalho missionário, especialmente entre colonos alemães. Eles também procuraram um ex-missionário alemão que havia emigrado para São Paulo, mas não o encontraram.
Depois de ter viajado de barco de Santos até São Francisco do Sul, viajaram de trem até Joinville, onde pregou o evangelho nas ruas e numa reunião pública, onde compareceram 142 pessoas. O Presidente Stöof e o Élder Stoddard ainda visitaram cidades como Blumenau, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul e Indaial, onde pregaram o evangelho. Em Blumenau, eles procuraram encontrar-se com dois conversos alemães, que haviam sido ordenados diáconos, mas descobriram que um deles havia falecido devido à febre tifoide alguns meses antes, e o outro, devido à falta de emprego e ao falecimento de seu amigo, voltou à Alemanha.
Encerrando essa primeira visita ao Brasil, o Presidente Stöof falou para um público de 122 pessoas em Joinville enquanto esperava a partida do navio, e retornou à Argentina em 2 de janeiro de 1928.
Vários meses depois, os Elderes Heinz e Emil Anton Joseph Schindler se tornaram a primeira dupla designada para servir no Brasil. Eles chegaram em São Francisco do Sul em 17 de setembro de 1928, acompanhados pelo Presidente Stöof, e logo foram a Joinville. Trabalhando diligentemente desde o primeiro dia, em 21 de setembro, eles pregaram para um público de mais de 400 pessoas em Joinville, utilizando uma projeção de imagens chamada “Utah e seu povo”.
No domingo 7 de outubro, foram realizadas as primeiras reuniões regulares da Igreja, com Escola Dominical e estudos bíblicos, em Joinville. Nesses primeiros dias, a oposição à Igreja de Jesus Cristo veio principalmente por parte de pastores evangélicos, que se dedicavam a espalhar mentiras sobre a Igreja. Porém, esses esforços contrários ao trabalho dos missionários, só ajudou a aumentar a frequência às aulas da Escola Dominical realizadas em Joinville.
O Élder Schindler escreveu aos membros de seu antigo ramo alemão, em Munique, contando suas experiências missionárias no Brasil. O Diário da Missão Sul-americana traz o seguinte resumo sobre suas comunicações2:
Ele escreve sobre seu novo campo de trabalho em Joinville, que tem 16 mil habitantes. 95% dessas pessoas falam alemão. Eles nasceram no Brasil, mas não havia escolas disponíveis para aprender português. Joinville é uma cidadezinha linda, cercada por grandes plantações de bananeiras. Tive a oportunidade de estar presente na primeira Conferência Missionária em Buenos Aires.
O Apóstolo Melvin Ballard organizou a Missão em 1925 e havia apenas duas famílias alemãs; em 1928 tinham 60 membros alemães. Fez algumas apresentações de slides com o Presidente da Missão Stöof como orador. Tive que superar alguma propaganda anti-mórmon. Adventistas e católicos dando palestras anti-mórmons, no entanto, os Élderes começaram a fazer palestras em 1º de outubro de 1928. Cada vez que alguém dava uma palestra antimórmon, estávamos presentes. Algumas pessoas ficaram insatisfeitas com o que foi dito e depois de um tempo vieram às nossas reuniões.
No domingo 14 de abril de 1929 aconteceram os primeiros batismos no Brasil: Bertha Sell e seus filhos Adele, Alice, Siegfried e Theodoro Sell, todos confirmados no mesmo dia. Bertha e Theodoro foram batizados pelo Élder Schindler, e Adele, Alice e Siegfried foram batizados pelo Élder Heinz. Também foram abençoadas duas crianças da família: Acilda e Eugen Sell. Somente seu marido e sua filha mais velha não foram batizados nesse momento. No dia 15 o Élder Heinz encerrou sua missão e retornou para casa, partindo de Joinville para tomar um navio no Rio de Janeiro, deixando o Élder Schindler sozinho por algum tempo.
Um fato interessante sobre a irmã Bertha Sell é que, alguns dias antes, ela caiu no chão do jardim de sua casa, estando doente, depois de ter assistido a uma reunião organizada pelos missionários, Élderes Schindler e Heinz. Eles foram até ela e ministraram uma bênção de saúde a ela. No dia seguinte à bênção, ela procurou os missionários e pediu para ser batizada.
O Élder Frederick S. Williams, que estava terminando sua missão, foi designado para passar alguns dias com o Élder Schindler no Brasil durante sua viagem de volta para casa. Apesar disso, o Élder Schindler iniciou o trabalho em mais uma cidade, onde encontrou uma congregação evangélica cujo pastor os havia abandonado e eles o convidaram a pregar a eles.
Em 13 de julho o Presidente Stöof veio mais uma vez ao Brasil para ajudar no trabalho missionário, e voltou a Buenos Aires em 12 de agosto.
No dia 19 de setembro de 1929 foi designado mais um missionário para o Brasil, o Élder Gardner, para ajudar no grande trabalho feito entre colonos alemães no Estado de Santa Catarina.
Na quinta-feira 9 de janeiro de 1930 foram batizadas seis pessoas em Joinville, e no domingo 12 de janeiro, foram batizadas mais 5 pessoas e 7 pessoas foram abençoadas. No domingo seguinte (19/01/1930) foi batizada mais uma pessoa em Joinville. O trabalho parecia prosperar quase com a mesma força que em Buenos Aires.
Em 11 de junho de 1930, o irmão Karl Otto faleceu no dia de seu aniversário de 43 anos. As cerimônias fúnebres foram dirigidas com grande sobriedade pelos Élderes, com um poderoso serão proferido pelo Élder Schindler, e a presença do Espírito foi marcante. Foi o primeiro serviço funeral realizado pela Igreja no Brasil. Muitos dos presentes afirmaram que jamais haviam presenciado um funeral tão consolador e reverente. No dia 15 de junho, Oskar Otto, filho de Karl, foi batizado pelo Élder Schindler.
Em 30 de junho chegou mais uma dupla para trabalhar em Joinville, os Élderes David J. Ballstaedt and Jack C. Cannon.
O Presidente Stoöf organizou o Ramo Joinville, o primeiro do Brasil, em 6 de julho de 1930, com o Élder Ballstaedt como primeiro Presidente. No dia 29 de julho, o Presidente Stoof apresentou uma palestra para mais de 400 pessoas defendendo o evangelho restaurado de falsas acusações.
Nesse ano, 1930, o Élder Schindler adoeceu e teve de deixar o Brasil para ser tratado em Buenos Aires. Depois de melhorar, voltou a Joinville, e continuou batizando várias pessoas até ser desobrigado em 20 de julho de 1930, depois de pouco mais de 33 meses em serviço.
Em 1932, ele foi chamado novamente pela Primeira Presidência para servir no Brasil, onde permaneceu até 1935, quando ocorreu a divisão da Missão.
Sobre esse período, o Élder Schindler lembrou:
Voltei à lembrança dos cinco meses em que não tive companheiro e tive que caminhar vinte e quatro milhas todos os domingos para realizar reuniões em dois lugares diferentes ou então encerrar um local de reunião, o que eu não queria fazer. Mas a apreciação dessas pessoas, que naquela época não eram membros da igreja, foi um rico pagamento por todo o trabalho. Nunca me esquecerei de quando, após algumas semanas de febre da malária, voltei a essas pessoas, sem perceber que a evidência de minha doença ainda era visível. Segurando minhas duas mãos, um amigo disse: ‘Quanto você deve nos amar para vir até nós em sua condição. No entanto, estamos felizes e apreciamos seu interesse em nós e nunca o esqueceremos. Tenho certeza que nenhum outro ministro teria feito tanto. O Senhor o abençoe’. Pouco depois, ele e toda a família se filiaram à igreja. Nunca me ocorreu que eu tivesse feito algo especial. Na verdade, meu sentimento era de alegria em servir ao Senhor e a meus semelhantes.
Por causa da grande perseguição feita contra a Igreja por líderes de outras religiões, a Igreja fez uma reunião especial em 29 de julho de 1930, onde os missionários defenderam a doutrina da Igreja. Estiveram presentes mais de 450 pessoas. A perseguição nesses primeiros anos foi intensa, mas acabou servindo para dar mais evidência à nova Igreja que se instalava no Brasil.
Em 1º de agosto de 1930, o Presidente Stoof, que estava em mais uma viagem no Brasil, foi à cidade de Rio Preto, onde encontrou uma família de conversos alemães, a família Lippelt, que havia chegado ao Brasil oito anos antes. No dia 4 de agosto de 1930, o Presidente Stöof realizou uma Reunião Sacramental com a família, e ordenou George Franz Lippelt no ofício de Mestre. Nessa pequena cidade, o Presidente Stöof realizou três reuniões públicas, com 21, 23, e 35 pessoas presentes. Antes de deixar o Brasil, o Presidente Stöof visitou o Dr. Behm, um médico que se interessou pela Igreja após ter lido livros da Igreja.
Em setembro de 1930 foram batizadas mais sete pessoas no Ramo Joinville. No dia 26 de setembro, o Presidente Stöof viaja novamente ao Brasil, acompanhado pela esposa (pela primeira vez) e visita Rio Preto. No dia 4 de outubro o Presidente Stöof realizou a compra de um terreno para uma futura capela da Igreja em Joinville. Enquanto o casal Stöof estava em Joinville, teve início a Revolução de 30. Eles estavam se preparando para voltar a Buenos Aires, mas sua viagem foi interrompida por causa da Revolução; somente em 30 de outubro puderam continuar seu regresso3.
Em março de 1931, os Élderes Gardner, Drechsel, e Cannon visitaram o povoado de Bananal, a pedido da Igreja Pentecostal, e foram recebidos com muita alegria pelas pessoas do lugar, em sua maioria pobres.
No dia 30 de julho de 1931 foi dado início à construção da primeira capela da América do Sul, em Joinville, cujo Ramo concentrava as iniciativas missionárias de todas as cidades e povoados ao redor.
Em 1931 os Élderes Schmidt e Ballstaedt viajaram por várias cidades no interior de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nessa viagem, encontraram os Zapf, uma família de conversos alemães, na Colônia Müller, próximo a Rio Preto. Os Zapf chegaram no Brasil em 1913, mas haviam perdido contato com outros membros da Igreja. Não se aliaram a outra religião, e somente 18 anos depois tiveram contato com os membros. Nesse mesmo dia, 3 de fevereiro, dois filhos que não haviam sido batizados na Alemanha, foram batizados nesse momento, e mais cinco crianças foram abençoadas.
Em 25 de outubro de 1931, o Presidente Stöof dedicou a capela de Joinville, que foi considerada na época a primeira capela da Igreja na América do Sul.
Em 15 de novembro foi organizado o Ramo de Estrada da Catarina (atual Dona Francisca), um povoado próximo a Joinville. O Élder Drechsel foi designado como Presidente do Ramo.
Em 06 de maio de 1932 foi criada a primeira organização juvenil da Igreja, a “Jugendbund” (algo como liga juvenil ou união juvenil). Em 10 de junho de 1932 foi iniciada a pregação em Jaraguá do Sul. Muitas pessoas foram batizadas nesse período em todos os locais de pregação, assim como muitos irmãos foram ordenados no Sacerdócio Aarônico, e muitas crianças foram abençoadas.
Nesse período, a Revolução Paulista de 1932, causou grande preocupação em relação à segurança dos missionários, mas como o conflito se concentrou em São Paulo, o trabalho em Santa Catarina foi pouco afetado.
Em 7 de outubro de 1932, 13 pessoas foram batizadas, e 3 crianças foram abençoadas. Em 8 de outubro de 1932 foi realizada a primeira Conferência de Distrito iniciando com uma reunião da Jugendbund com 126 pessoas presentes. No dia 9, 86 pessoas compareceram à Escola Dominical de manhã, e 130 pessoas estiveram na Reunião Sacramental à tarde.
No dia 28 de dezembro de 1932, a Escola Dominical de Joinville apresentou uma peça em três atos, chamada “Die Zwergenpost” (“o posto dos anões”). Mais de 500 pessoas assistiram ao espetáculo, realizado num teatro público.
Entre abril de junho de 1933, foram batizadas mais quatro pessoas, quatro crianças foram batizados, dois irmãos foram ordenados no Sacerdócio Aarônico. Nesse período, o Élder Phillip Guy Patterson deu início à pregação do evangelho em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Em de outubro de 1933, foram realizados mais batismos, e uma nova Conferência do Distrito Santa Catarina. No dia 11 de outubro, foi realizada a primeira reunião da Sociedade de Socorro na Missão Sul-americana, no Ramo Joinville. Toni Barsch foi apoiada como Presidente, com Martha Otto e Margarete Buchli como conselheiras.
No dia 23 de dezembro de 1933 foram realizados os primeiros batismos em Porto Alegre, de uma família de três pessoas: Paul e Anne Kreil e seu filho Rudolf Paul Kreil.
Em 29 de dezembro de 1933, 30 crianças do Ramo Joinville apresentaram uma peça teatral, “Sneewittchen” (“espeto de espinho”), a um público de 1100 pessoas.
Em março de 1934, para comemorar o aniversário da Sociedade de Socorro, foi apresentado o musical “Der Weg zum Glück” (“O Caminho para a Felicidade”), a um público de 150 pessoas.
Em 25 de Março de 1934, foi organizada a Primária do Ramo Joinville, com Toni Barsch e Olga Siedschlag-Schröder como professoras.
Em Rio Preto, os missionários encontraram dificuldades para estabelecer a Igreja, devido a uma série de atitudes de desunião entre os membros, além de ações disciplinares que tiveram que ser aplicadas devido a transgressões que variavam desde fofocas a adultério. As reuniões da Igreja chegaram a ser suspensas no local por algumas semanas.
Em maio de 1934 ocorreu o casamento civil do Élder Sidney R. Cluff, que havia sido desobrigado em fevereiro, e a irmã Martha Gertrud Brunhilde Stark, em Rio Negro, Paraná, onde ela morava com seus pais. Após receber uma bênção do Élder Loscher, eles mudaram-se ao Estado de Utah. O FamilySearch indica que a irmã Martha recebeu sua investidura em 16 de outubro de 1934 e no mesmo dia ela e Sidney foram selados no Templo de Salt Lake. Possivelmente, Hilda Stark Cluff (como ficou conhecida nos Estados Unidos) foi a primeira pessoa nascida e batizada na América do Sul a receber a investidura e o selamento no Templo.
Outro milagre de cura foi realizado em Jaraguá, onde, no dia 14 de junho, o irmão Egon Müller recebeu uma bênção do Élder Loscher, enquanto estava hospitalizado por um caso gravíssimo de septicemia e estava inconsciente na cama há 15 dias. Dias depois ele deixou o hospital.
Em 10 de junho de 1934 mais de 300 pessoas ouviram uma apresentação feita pelos Élderes Schindler e Patterson com projeção de imagens
Em 15 de junho de 1934, Max Zapf, Heinrich Blind e Georg Lippelt foram designados líderes do grupo de Rio Preto, devido à ausência de missionários na cidade. É a primeira liderança completa de membros locais.
Em 10 de junho de 1934, em Porto Alegre, os Élderes Schindler e Patterson realizaram uma reunião de palestras, na qual estiveram presentes 300 pessoas, após terem distribuído mais de dois mil convites e publicado convites em três jornais da cidade.
Ainda em 1934, um jornal alemão chamado “Der Kompass”, na cidade de Curitiba, estado do Paraná, publicou um artigo chamado “Os mórmons vão conquistar o mundo”. Um dos missionários, Élder Peter Loscher escreveu uma resposta, mas ela nunca chegou a ser publicada.
Em janeiro de 1935, os Élderes Schindler e Stoll visitaram a cidade de São Paulo, onde se reuniram com membros que haviam mudado para essa região. No dia 3 de fevereiro, o Élder Stoll batiza e o Élder Schindler confirma Elisabeth Wilhelmine Anna Busse, primeira conversa do Estado de São Paulo, na região de Cubatão.
Em 1935, foi dividida a Missão Sul-americana, em duas: Missão Argentina e Missão Brasileira. Nesse momento, havia ramos em apenas 4 cidades no Brasil: Porto Alegre, São Paulo, Ipoméia e Joinville. Depois da divisão da Missão, ainda em 1935, foram criados os ramos de Blumenau e Jaraguá do Sul.
Até então, Joinville era o principal centro da Igreja no Brasil, onde havia mais membros e o maior Distrito do Brasil. A Missão Brasileira teve sua sede estabelecida em São Paulo, mas a primeira Conferência da Missão Brasileira, foi realizada em Joinville em 26 de Maio de 1935.
- South American Mission manuscript history and historical reports, 1925 December-1935 August; Volume 1, 1925-1935; Biblioteca de História da Igreja, https://catalog.churchofjesuschrist.org/assets/0c8e82e9-5613-4cf7-a4a5-e6abff861f3d/0/0 (acessado: 24 de agosto de 2026)
South American Mission manuscript history and historical reports, 1925 December-1935 August; Volume 2, Branch Histories, 1925-1935; Biblioteca de História da Igreja, https://catalog.churchofjesuschrist.org/assets/aa7c74a6-8402-4401-87c7-c8bbc91c50c8/0/0 (acessado: 24 de agosto de 2026) ↩︎ - Relato escrito por Emil Anton Joseph Schindler, encontrado no FamilySearch. ↩︎
- Um mês antes, uma revolução semelhante aconteceu na Argentina, de forma que o Presidente Stöof e sua esposa vivenciaram duas revoluções marcantes em ambos os países. ↩︎


Querido Renan,
Agradeço por escrever essa linda história do começo da pregação do Evangelho de Jesus Cristo no Brasil.
Comecei a ler e só parei quando terminou o relato.
Fiz missão para a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias em 1986-87, minha primeira ala foi Joinville, lá tive minhas maiores esperanças missionárias e milagres.
Amo Joinville e o povo de lá.
A família Hiper, alemães, cujo filho era o bispo na época, ainda moram lá, ao lado da capela.
Tive a oportunidade de ensinar famílias alemães, tinha até hinários em alemão.
Esse evangelho maravilhoso que une os filhos do Pai Celeste em todas as partes do mundo. Sermos instrumentos nas mãos do Senhor para ajudar na coligação de Israel é uma grande benção.
Obrigada por me fazer relembrar esses doces momentos 🌷
Valéria Ferraz Giacomin.
Excelente artigo!
Apesar de eu ainda não ter tido o privilégio de conhecer Joinville, tenho um carinho muito grande por essa cidade porque o missionário que me batizou, Elder Ferreira, veio de lá.
Grande
Muito obrigada por compartilhar essas histórias.
Eu amei conhecer um pouco mais da história do começo da Igreja aqui no Brasil.
Impressionante a sua capacidade de organizar e descrever a cronologia dos fatos.
Fiquei profunda e especialmente tocada com a experiência da irmã pioneira Bertha Sell.
Que alegria e gratidão senti ao ler e aprender mais sobre o início da Igreja no Brasil. Essa história, ainda que indiretamente, faz parte da minha história e de todas as gerações de membros da Igreja em nosso país.
Obrigada e parabéns, querido Renan, por esse artigo excepcional !